a vida é obra de um saci-pererê de capuz branco, chamado Acaso.
todas as razões deviam se curvar a ele.
nada é por acaso, tudo é por acaso!
o nada e o tudo são (e)feitos do acaso.
: ) : (
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
terça-feira, 7 de setembro de 2010
sábado, 4 de setembro de 2010
é o seguinte:
todos os poemas postados até aqui
são de minha autoria
e são relativamente antigos,
coisas que eu tinha "na gaveta"
de épocas variadas...
como sou um pouco exigente,
temo que esteja chegando ao fim
a leva dos poemas inéditos, "postáveis"
(muita coisa, acho que não vale a pena divulgar,
são como que estudos, tentativas de poemas...)
logo vou partir para outros textos
crônicas, contos...
e quem sabe, escrevo coisa nova também,
vamos ver se encontro inspiração,
ou se ela me encontra : )
amanhã, quem sabe.
são de minha autoria
e são relativamente antigos,
coisas que eu tinha "na gaveta"
de épocas variadas...
como sou um pouco exigente,
temo que esteja chegando ao fim
a leva dos poemas inéditos, "postáveis"
(muita coisa, acho que não vale a pena divulgar,
são como que estudos, tentativas de poemas...)
logo vou partir para outros textos
crônicas, contos...
e quem sabe, escrevo coisa nova também,
vamos ver se encontro inspiração,
ou se ela me encontra : )
amanhã, quem sabe.
domingo, 29 de agosto de 2010
das antigas
súbita madrugada
feita só de substantivos
não era um palácio de orquídeas
só umas luas acesas,
espreitando o amanhecer...
feita só de substantivos
não era um palácio de orquídeas
só umas luas acesas,
espreitando o amanhecer...
domingo, 22 de agosto de 2010
incidentais
ai, Lorca que morre cedo!
ai, Lorca que não quer morrer...
a água leva o menino
e seus cinco olhos fechados
ai, intrusas borboletas
arfando sobre Granada
e a lua desnuda
cavalos e campanas molhadas...
desata o silêncio.
ai, Lorca que não quer morrer...
a água leva o menino
e seus cinco olhos fechados
ai, intrusas borboletas
arfando sobre Granada
e a lua desnuda
cavalos e campanas molhadas...
desata o silêncio.
domingo, 15 de agosto de 2010
) : ( :
todas as tardes
quando apeio na estação
vejo sábado sentado
de calças curtas.
enquanto passa o vento
terno e bengala,
compenetrado.
quando apeio na estação
vejo sábado sentado
de calças curtas.
enquanto passa o vento
terno e bengala,
compenetrado.
domingo, 8 de agosto de 2010
mais para o livro infantil
...dias depois encontrou-se o caderno do menino: a casa, módulos mal encaixados de giz de cera, o sol, uma manga em fiapos, uma árvore com belas maçãs, avezinhas desengonçadas voando pelo meio da fumaça da chaminé.
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